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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Bizu literário

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Livro de Stephen King tem morte de John Kennedy como núcleo


O escritor norte-americano Stephen King apresentará em novembro próximo seu mais recente romance, 11/22/63, uma história com o assassinato de John F. Kennedy como núcleo matriz e as viagens no tempo como outro assunto central.

Na história de mais de mil páginas, um professor, Jake Epping, viaja no tempo para conseguir evitar que Kennedy seja morto. Ele faz isso após seu amigo descobrir uma porta capaz de transportar as pessoas para o passado. Os problemas começam quando Jake se apaixona por uma mulher de 1963.

Qualquer livro com tais temas poderia tecer uma dessas histórias previsíveis, recorrentes, mas quando se trata de King, cujo talento é de outra natureza, como um cabo de alta tensão tendido subrepticiamente à beira do caminho.

Tanto que o livro mal tinha sido escrito pelo autor e o cineasta Jonathan Demme (O silêncio dos inocentes) adquiriu os direitos para o convertê-lo em um filme, cujo roteiro, produção e direção descansará em suas mãos.

Não satisfeito com a versão fílmica de The shinning (O iluminado), King voltou a ceder à eterna sedução do cinema - como antes o fez com Carrie e Louca Obsessão -, e deu seu aval a Demme.

(Artigo completo aqui)

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Inédito de Saramago nas livrarias este mês

(da tvi24)

Escritor nunca publicou romance que escreveu aos 31 anos.

Romance inédito de Saramago em formato digitalDeclarações de Saramago compiladas em livroSaramago e Lanzarote, um vulcão entre vulcões Claraboia, o romance que José Saramago acabou de escrever em 1953, aos 31 anos, e deixou inédito até ao fim da vida, chega às livrarias portuguesas a 17 de Outubro, numa edição da Caminho, e é "um romance interessantíssimo", disse o editor, citado pela Lusa.

Zeferino Coelho, editor e amigo de Saramago, falou um pouco da história e das personagens desta obra de juventude do prémio Nobel da Literatura português numa entrevista que deu à Lusa em Junho, pelo primeiro aniversário da morte do escritor, classificando Claraboia como "um bom romance", onde se encontram já esboços do que viriam a ser as suas obras seguintes.

"Tenho comigo o original e está completo. Ou seja, é possível publicar o livro sem qualquer interferência, não lhe falta nada, não lhe falta nenhum bocado. Trata-se de um romance e é um romance interessantíssimo. Eu já o li mais do que uma vez e lê-se muitíssimo bem. Tem um grande número de personagens, mas aquilo tudo [está] muito bem articulado, muito bem contado", disse à Lusa.

(Artigo completo aqui)

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